Faço hoje vinte e quatro anos. Dia sem importância e sem qualquer tipo de grandes festejos. Apenas um bolo e duas garrafas de espumante para um grupo de pessoas muito especiais e um lanche em família…
Essa simplicidade leva-me ainda a reflectir sobre a importância de certas pessoas na nossa vida. Para mim, qual será o tipo de pessoa ideal? Ou melhor, quem consegue ser, a meus olhos, o verdadeiro amigo?
Nos trilhos da nossa vida, encontramos pessoas capazes de tudo: de nos alegrar com mentiras e de nos magoar com a verdade. Confio mais nas segundas, naquelas que nos metem o dedo na ferida, ainda que esse dedo esteja molhado com álcool… Magoam, mas magoam através da verdade, nem que seja a mais nua e a mais crua das verdades. Dentro desse grupo de pessoas, há ainda um subgrupo (chamemos-lhe assim) que é constituído por aquelas pessoas que não hesitam em lançar provocações e que gostam de deixar conversas em aberto. Pessoas que lutam pela felicidade do outro sem olhar a meios. Pessoas que perguntam precisamente aquilo a que não sabemos dar resposta… Curioso não é? E ainda mais curioso é que ficamos incomodados com essas questões mas até gostamos de ficar com esse incómodo…
Na vida encontramos muitas pessoas, algumas estão (pura e simplesmente) a borrifar-se para nós, ao passo que outras (os verdadeiros amigos) se preocupam e aparecem, mesmo sem que lhe tenhamos pedido ajuda…
Obrigado PADRE MÁRIO :)
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