A minha voz calou-se por uns dias... Mas este silêncio, de certa forma, magoou-me na medida em que senti que o meu coração se estava a calar... Na medida, sobretudo, que parece que as portas se fecharam e as coisas ficaram guardadas num cofre...
Nestes dias, apeteceu-me desaparecer... Pelas razões mais variadas que possam existir...
Mas senti a mão divina a segurar-me e, ao mesmo tempo, a mesma voz a dizer-me para não ter medo... Depois da tempestada virá a bonança... E eu sei que vou ser feliz... Só não sei onde, nem quando, nem como... Mas sei e isso basta-me porque tenho confiança em Deus...
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