
Este post está em formato de carta, ou de mensagem porque foi assim que me saiu. Não se dirige a ninguém em particular...
Orar... palavra tão bela e profunda... não precisa de definição... Orar não se define, vive-se. No silêncio de um espaço qualquer. Não precisas de nada a não ser da tua presença e de um coração aberto a dois dedos de conversa com Deus.
Não se ora apenas à sexta ou ao sábado à noite, na capela de São Francisco nem precisas de debitar um terço mecanicamente sem pensar sequer naquilo que estás a dizer. Orar é tão somente isto: falar com Deus e ouvir o que Ele tem para te dizer. Sim a ti! Porque quando oras, se ouvires no silêncio, há uma voz que te diz muito.
Não se ora apenas à sexta ou ao sábado à noite, na capela de São Francisco nem precisas de debitar um terço mecanicamente sem pensar sequer naquilo que estás a dizer. Orar é tão somente isto: falar com Deus e ouvir o que Ele tem para te dizer. Sim a ti! Porque quando oras, se ouvires no silêncio, há uma voz que te diz muito.
Um padre meu conhecido, num retiro, disse-me um dia que Deus não fala quando estamos sentados à mesa de um café. Mas no silêncio, aí sim Deus fala e só ele sabe o quanto é (e passo a citar) "tagarela".
Nunca mais esqueci aquelas palavras do Padre Vítor. E uma coisa é certa, nós, o TAO, cantámo-lo:"No teu silêncio acolho o mistério". O desafio agora é vivê-lo também e ser capaz de deixar Deus entrar no nosso silêncio e abrir a nossa mente e o nosso coração a esse mistério que Deus nos oferece. Ainda por cima, GRATUITAMENTE... Imagina só... Quem é que, nos nossos dias oferece assim algo tão rico? Só mesmo Ele...
Usa e abusa desse mistério e faz de ti alguém muito feliz!
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